Ainda no sufoco!!!!!
Em tarde pouco inspirada, o Corinthians acabou derrotado pelo Grêmio por 2 a 0
27/08/2006 - 18h12
Redação CorinthiansFutebol.com.br
| © Daniel Augusto Jr. |
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| Rosinei começou o jogo de hoje como titular no lugar de Roger |
Mais de 21 mil torcedores compareceram ao Pacaembu para empurrar o Timão, que buscava sua reabilitação no Campeonato Brasileiro 2006. Mas nem o apoio da Fiel Torcida conseguiu evitar que a equipe do Parque São Jorge conhecesse sua primeira derrota sobre o comando do técnico Émerson Leão.
O Grêmio começou a partida melhor e logo no primeiro minuto de jogo teve uma chance clara de gol. Após uma cobrança rápida de falta, Lucas recebeu sozinho na grande área e bateu na saída de Marcelo, mas para felicidade corinthiana a bola passou raspando a trave direita do goleiro corinthiano.
Pouco depois, aos 6min, foi a vez do Corinthians chegar com perigo. Eduardo roubou uma bola no campo de ataque, tabelou com Nadson e cruzou na cabeça de Carlos Alberto, mas o meia desperdiçou a chance, desviando a bola pela linha de fundo.
A partir daí o jogo seguiu disputado, mas sem grandes chances de gol. Até que, aos 30min, em uma cobrança de escanteio, o Grêmio abriu o placar. Tcheco levantou na área e Evaldo subiu mais do que todos para cabecear com força, sem chances para Marcelo.
O Timão ainda teve uma boa chance aos 38min, quando Carlos Alberto cruzou na área e Rosinei chegou um segundo atrasado, não conseguindo desviar para o gol. No lance, Nadson foi derrubado dentro da área pelo zagueiro gremista, mas o árbitro fez que não viu e não marcou o pênalti, deixando revoltados os jogadores e o técnico do Timão, que após o encerramento do primeiro tempo deixaram o campo reclamando da arbitragem.
No intervalo, o técnico Leão fez duas alterações, colocando Rafael Moura e André Leone nos lugares de Rubens Júnior e Marcus Vinícius. Mas o segundo tempo começou da mesma forma como terminou o primeiro, com o jogo muito truncado e sem que nenhuma das equipes conseguisse se destacar.
Aos 9min, o Timão acabou ficando com um homem a menos. Mascherano cometeu falta no meio-campo, reclamou com o árbitro e recebeu amarelo. Inconformado, o volante continuou protestando e acabou sendo expulso.
Com um homem a mais, o Grêmio conseguiu sua primeira boa chance na segunda etapa, aos 15min. Patrício invadiu a área e bateu forte, mas Marcelo fez grande defesa, evitando o gol.
Tentando reverter o placar, Leão fez a terceira alteração no time, sacando o meia Carlos Alberto para a entrada do jovem Renato, aos 18min. Aos 27min, Lucas atrasou uma cobrança de falta e, como já tinha o amarelo, recebeu o vermelho, deixando o Grêmio também com 10 jogadores em campo.
Renato até teve uma boa chance de empatar o jogo, aos 28min, quando completou de cabeça cruzamento da esquerda, mas a bola explodiu em cima do zagueiro. A tarde não era mesmo corinthiana...
Aos 35min, o Grêmio marcou seu segundo gol. Após cobrança de escanteio, Marcelo se chocou com André Leone e Hugo; assim, Rômulo só teve o trabalho de desviar de cabeça para o gol vazio. O Timão ainda tentou reagir, mas não conseguiu criar nenhuma oportunidade clara de gol. Fim de jogo no Pacaembu: Corinthians 0 x 2 Grêmio.
Confira os jogadores que atuaram na partida de hoje:
Marcelo; Betão, Marinho e Marcus Vinícius (André Leone); Eduardo, Mascherano, Paulo Almeida, Rosinei, Carlos Alberto (Renato) e Rubens Júnior (Rafael Moura); Nadson
André Leone lamenta gols de bola parada
Para o zagueiro, o Timão não poderia ter sofrido dois gols em lances de escanteio
27/08/2006 - 18h38
Redação CorinthiansFutebol.com.br
| © Daniel Augusto Jr. |
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| André Leone não gostou da arbitragem |
Após a derrota por 2 a 0 para o Grêmio, o zagueiro André Leone creditou o resultado a duas falhas da equipe na marcação das bolas paradas gremistas. “O que impediu nossa vitória foi termos tomado um gol no primeiro tempo em uma bola parada. Depois ficamos com um a menos durante uns 20 minutos e quando tentamos reagir tomamos outro gol de bola parada”, analisou o zagueiro, se referindo à expulsão do volante Mascherano, aos 9min da segunda etapa.
Assim como a maioria dos jogadores corinthianos e do técnico Leão, André Leone também reclamou da arbitragem. Segundo o zagueiro, que acompanhou o primeiro tempo do banco e entrou no intervalo no lugar de Marcus Vinícius, o árbitro deixou de marcar muitas faltas a favor do Corinthians, especialmente sobre o meia Carlos Alberto. “Todas as jogadas que o Carlos Alberto pegava parece que o árbitro estava no pé dele, porque nunca não dava falta e dizia que o Carlos se atirava demais”, protestou.
Leão critica comportamento do bandeira
Segundo o treinador do Timão, o auxiliar ficou zombando do banco corinthiano
27/08/2006 - 19h04
Redação CorinthiansFutebol.com.br
| © Daniel Augusto Jr. |
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| Para Leão, Carlos Alberto tentou chamar a responsabilidade |
“O resultado foi desagradável, horrível para nós, mas desagradável mesmo foi o auxiliar, que ficava zombando e olhando para o nosso banco”. Assim protestou o técnico Émerson Leão em entrevista coletiva concedida após a derrota por 2 a 0 para o Grêmio, no Pacaembu.
Leão falou que, ao final da partida, foi informar o árbitro sobre o comportamento de seu auxiliar. “Ele não zombou de mim. Zombou do banco e dos que estavam trabalhando ali e eu fui com o maior respeito dizer ao árbitro o que estava acontecendo ali porque ele, de onde estava, não tinha condições de saber o que estava acontecendo.”
Sobre a partida, Leão disse que a expulsão de Mascherano acabou complicando a situação do time na partida. “Já estava difícil e com um jogador a menos ficou ainda mais difícil”, analisou o técnico, que descartou que o volante argentino tenha forçado a expulsão para cumprir um jogo a mais de suspensão e poder defender a Argentina no amistoso contra o Brasil. “Eu acho que jamais o Mascherano iria fazer isso de propósito. Nós não podemos pré-julgar e eu aposto que ele está mais triste do que qualquer um.”
Leão ainda explicou porque optou por começar jogando com Rosinei e não com Roger e porque substituiu Carlos Alberto no segundo tempo. “Eu optei pelo Rosinei porque ele é mais marcador e mais veloz que o Roger e também sabe chegar bem ao ataque”, disse o treinador. “O Carlos Alberto individualizou muito, porque estava querendo chamar o jogo para ele. No começo do jogo, parecia que ele e o árbitro estavam competindo. Então falei para ele esquecer a arbitragem e falei para o juiz esquecer o Carlos Alberto, para que os dois trabalhassem em sua plenas capacidades”, completou.
Leão também falou sobre a atuação do atacante Nadson, que não teve um bom desempenho hoje. “Quando o Nadson errou uma, duas, três vezes, isso mexeu com o emocional dele, já que ele está sem ritmo de jogo.”
Perguntado se Carlitos Tevez faz falta a equipe, Leão foi enfático: “Claro que sim! Ele é um atacante de categoria elevada, assim como o Nilmar e o Ricardinho. Eles jogam de maneira muito efetiva. A ausência deles faz muita falta”, disse o treinador, que falou que a diretoria da parceria Corinthians / MSI está empenhada em contratar jogadores, mas que não é fácil competir com os times da Europa. “Nós não somos prioridade na venda de jogadores. A prioridade é o mercado europeu, que está fechando agora.”
Por fim, Leão falou que está começando a conhecer o cotidiano do clube e como funciona a parceria Corinthians / MSI, mas disse que trabalha em prol do clube. “Eu não trabalho para um lado ou para o outro. Eu trabalho para um clube, que é o Corinthians”, afirmou o treinador.
Vôlei/Liga Mundial - (27/08/2006 14:17:56)
Heróico, Brasil vira contra a França e fica com o hexa
Depois de ter passado com 100% de aproveitamento pela fase de classificação contra adversários como Portugal e Argentina, a seleção brasileira não demonstrou a mesma qualidade na fase final. A equipe mostrou muitos altos e baixos durante esta etapa da competição, algo pouco comum na trajetória do técnico Bernardinho na equipe. Desde a medalha de ouro nas Olimpíadas, o pior resultado do Brasil em competições oficiais havia sido o vice da Copa América do ano passado, torneio perdido para os Estados Unidos.
Depois de ter levado um ‘passeio’ da Bulgária na estréia da fase final, a seleção brasileira conseguiu vencer Itália e a Rússia (duas vezes) e, mesmo sem demonstrar seu melhor vôlei, conseguiu a classificação para a final. Neste domingo, o Brasil começou o jogo muito mal, mas conseguiu na base da superação o seu sexto título da competição – já havia vencido nos anos de 1993, 2001, 2003, 2004 e 2005. Agora, a equipe está a dois títulos de alcançar a Itália, octacampeã da Liga Mundial.
O primeiro set começou de forma equilibrada, com as duas equipes se alternando bastante na frente do placar. Os brasileiros, no entanto, começaram a se desencontrar a partir da segunda metade do período, principalmente por conta dos excessivos erros no saque e nos ataques. No final, um ataque de Samica que acabou passando pelo bloqueio determinou a vitória francesa por 25 a 22, em 23 minutos.
Da mesma forma que o primeiro set, o segundo também começou equilibrado e com muitas trocas de liderança no placar. Porém, já na reta final, a equipe brasileira abusou novamente dos erros de ataque e deixou os franceses abrirem uma boa vantagem no placar. O Brasil ainda conseguiu marcar dois pontos e deixar o placar em 24 a 23, mas um erro no saque de Ricardinho fez a França abrir 2 a 0.
Com a desvantagem no marcador, o Brasil tentou a reação no terceiro set e teve sucesso. A equipe conseguiu abrir uma vantagem de três pontos na metade do período – 14 a 11. O time verde e amarelo manteve-se à frente do placar até fechar o set em 25 a 22, em um bom ataque de Giba pela direita.
O empate no placar veio no quarto set. Com uma atuação semelhante à da terceira série, a seleção brasileira conseguiu abrir uma vantagem de três pontos no placar e a manteve praticamente até o fim. Os franceses ainda conseguiram encostar um pouco no placar, mas não o suficiente para impedir a vitória verde e amarela por 25 a 23.
No quinto set, a França chegou a abrir dois pontos de vantagem, mas o Brasil logo conseguiu a virada e se manteve na frente até a reta final do set. Com três match points a seu favor, a equipe brasileira desperdiçou os dois primeiros, mas em um ataque de meio com Rodrigão, o time de Bernardinho fechou o set decisivo em 15 a 13. Depois de mais de duas horas de jogo, o Brasil conquistou a Liga Mundial pela sexta vez.

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